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Retorno de fundos de previdência complementar frustra investidor

Retorno de fundos de previdência complementar frustra investidor

 

Por Danielle Brant | Para Folha de S. Paulo

 

Investidores preocupados com a reforma da Previdência terão trabalho se forem ao mercado procurar fundos de previdência complementar que possam fazer crescer sua poupança e garantir uma renda maior na aposentadoria.

 

Estudo feito pela gestora TAG Investimentos com 11,6 mil fundos de previdência oferecidos por bancos, seguradoras e gestores independentes mostra que a maioria oferece ganhos inferiores aos que é possível alcançar com aplicações de perfil conservador disponíveis na praça.

 

Nos bancos de varejo, que administram o grosso dos investimentos em fundos de previdência, isso é ainda mais difícil. Conforme a TAG, apenas quatro dos dez fundos mais rentáveis são oferecidos por bancos -e apenas os clientes de renda mais elevada conseguem aplicar nesses fundos.

 

"Há bons produtos em bancos, mas, na maioria das vezes, são oferecidos para o público private [de alta renda]", afirma Marco Bismarchi, sócio-gestor da TAG. "Quando o cliente é de varejo, faz sentido fugir do banco."

 

 

Segundo ele, investidores com tempo para pesquisar o mercado conseguem encontrar em distribuidoras independentes fundos com rentabilidade equivalente sem precisar desembolsar os mesmos valores exigidos nos bancos.

 

O estudo da TAG analisou fundos que exigem aplicação mínima de R$ 10 mil a R$ 30 mil, ou aportes mensais de R$ 500 a R$ 1.000. O levantamento inclui fundos em que planos de previdência complementar administrados por bancos e seguradoras aplicam o dinheiro dos clientes.

 

De acordo com a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), os cinco maiores bancos brasileiros administram mais de 90% do dinheiro aplicado em fundos de previdência complementar.

 

"A diversificação da distribuição é um problema do mercado brasileiro", diz Edson Franco, presidente da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida). "Estão surgindo plataformas de distribuição de investimentos, mas são poucas."

 

Custos

 

Com a reforma da Previdência, que está em discussão no Congresso, é provável que muitos brasileiros tenham que adiar a aposentadoria e recebam benefícios inferiores aos assegurados pela legislação atual -o que poderá estimular muitas pessoas a investir para a velhice.

 

Mas o estudo da TAG mostra que os rendimentos dos fundos disponíveis no mercado podem ser frustrantes. Segundo a gestora, 45% dos fundos analisados ofereceram nos 12 meses até abril rentabilidade superior à taxa do CDI (Certificado de Depósito Interfinanceiro), referência para os empréstimos entre instituições financeiras e as aplicações conservadoras.

 

 

Num horizonte de 24 meses, só 19% dos fundos analisados bateram o CDI. Quando se consideram fundos com taxa de administração acima de 2% ao ano, o resultado foi pior. Em 12 meses, só 30 em cada 100 superaram o CDI. Em dois anos, somente três.

 

Para conseguir taxas melhores, os investidores precisam acumular recursos em outros produtos financeiros até juntar dinheiro suficiente para entrar nos fundos mais rentáveis, sugere Franco, da Fenaprevi. Nos grandes bancos, as taxas de administração costumam cair com aplicações de valor maior.

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