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JURO- DIs têm leves oscilações e precificam novo corte de 1 p.p. da Selic em maio

JURO- DIs têm leves oscilações e precificam novo corte de 1 p.p. da Selic em maio

 

Por Claudia Violante | Para Reuters News

 

SÃO PAULO, 13 Abr (Reuters) - As taxas dos contratos futuros de juros exibiam leves oscilações nesta quinta-feira, após o Banco Central não ter surpreendido ao acelerar o passo e reduzir a Selic em 1 ponto percentual na véspera, a 11,25 por cento ano, e com o mercado apostando que a autoridade repetirá a magnitude do corte no seu próximo encontro, em maio.

 

A precificação da curva a termo indicava apostas de cerca de 80 por cento para redução de 1 ponto da Selic no próximo mês, com o restante indicando corte de 1,25 ponto da taxa, segundo operadores. O ciclo total de cortes daqui para a frente era preficiado em 2,25 pontos, mantendo a visão de que a taxa básica de juros irá a cerca de 9 por cento.

 

O BC informou que o atual ritmo de corte era "adequado", mas que dependerá da evolução da atividade econômica, dos fatores de risco e das projeções e expectativas de inflação. Entre os fatores de risco, o BC incluiu o avanço das reformas, principalmente de cunho fiscal. (Full Story)

 

"O BC deixou a porta aberta para o próximo corte. É possível nova redução de 1 ponto (na Selic) mesmo se quadro político se deteriorar, há gordura para isso", afirmou o economista da gestora Azimut Wealth Management, Paulo Gomes.

 

O Copom promoveu na véspera o maior corte da Selic no atual ciclo de redução, iniciado em outubro e que havia contado com duas reduções de 0,25 ponto e outras duas de 0,75 ponto até então.

 

A cena política continuava no radar dos mercado, com os desdobramentos dos pedidos de abertura de inquérito pelo Supremo Tribunal Federal (STF) de ministros e políticos da base aliada do presidente Michel Temer citados em delações da Odebrecht na Lava Jato.

 

O temor era de que votações de importantes reformas, em especial a da Previdência, possam ser prejudicadas no Congresso Nacional. Por enquanto, o mercado e especialistas em geral acreditam que a proposta será aprovada, mesmo que com mudanças e/ou atrasos.

 

"Independentemente do que acontecer no cenário político, vamos ter de baixar os juros. Daí o efeito da deterioração acontecer no trecho mais longo da curva, que abriu (subiu) nos últimos dias", afirmou o sócio-gestor da gestora de Patrimônio TAG Investimentos, Marco Bismarchi.

 

O quadro geopolítico global também foi citado como foco de preocupação para os investidores, ainda mais considerando que o feriado da Páscoa fecha os mercados no dia seguinte. O principal foco externo eram as tensões entre Estados Unidos e Coreia do Norte.

 

Veja as taxas dos principais contratos futuros às 10:46:

 

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